terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Balzaquiana

Trinta e um anos de esboços, rabiscos, rascunhos. Algumas borrachas, verdade, mas muitos acertos. Trinta e um  anos de tropeços e levantes. Adiante. Adiante. E se perdi vinte e vinte nove amizades, trinta e uma outras novas me surgiram... nunca fui de guardar pedra em minhas mãos. Trinta e um vícios diluídos em tempo, tanto vento me soprando pro meu mar. Tanto ainda a nadar, mas já sei braçadas certas. A era da serenidade. Serena idade, os trinta e um. Três dezenas de história, tanta coisa em muito tempo. Pouco tempo em tantos atos, o meu palco-vida. E divido a minha ampulheta com cada pessoa que cruzou o meu caminho e tornou mais leve minhas pegadas. Trinta  e um anos são nada. Tenho força pro porvir. Trinta e um anos nas costas... e aparência de dezoito, que fique claro, é preciso admitir. :D

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